Aniversário,

Wishlist de Aniversário

08:59:00 Fernanda Gumz 0 Comments

Gente não estou nem acreditando que amanhã já é dia 1º de Junho. Como assim? Parece que foi ontem que eu fiz a Wishlist de Natal
Mas enfim o tempo está voando, e como algumas coisas que eu queria não natal eu não consegui comprar e eu ainda quero eu vou colocar de novo na minha lista de desejos. Além de outras coisas que eu desejo, porque quanto mais o tempo passa mais coisas aparecem na vida da gente para desejar, e quando a gente consegue é tão bom... não é mesmo? Vamos lá para a lista:

1. Câmera Canon T5i: Essa está me dando dor de cabeça já. Aqui no Brasil uma câmera dessas custo muito caro. Eu tenho a minha e ela até que quebra um galho, mas eu amo fotografia e vídeo, então queria sim uma melhor e que, dessa vez, suprisse um pouco mais o que eu preciso hoje. Achei na Amazon a t5i e está com um preço ótimo por lá, saudade de ser Au Pair para poder comprar essas coisas e não sentir uma facada no peito. Olha só quanta coisa vem se ela for comprada na Amazon, enquanto que no Brasil, só a câmera custa mais do dobro do preço que esta está (vindo com todo esse equipamento) na Amazon.

2. Esse apareceu na lista que eu fiz para o Natal, que é o Mini System Sony MHCGT3D 600Watts Karaokê Ripping Bluetooth NFC USB. Pelo menos o preço dele abaixou, vemos aí uma vantagem:



3. Essa Luz de LED que eu não sei o nome: Gente tem coisa mais magnífica que isso? deve ter Eu queria muito isso mas como de praxe aqui no brasil é muuuuuito caro. Então o jeito é esperar eu voltar para os EUA algum dia ou fazer outro Intercâmbio para poder comprá-la. Fé que rola. 


4. Última mas não menos importante o Mini LED Ring Light que eu também achei dá hora e muito prático, o nº3 é gigante e mais apropriado quando vamos gravar em casa, mas quando estamos em um lugar mais escuro e tal e queremos vlogar por exemplo não tem como carregar. Então o mini led é super apropriado para isso, e fotos também é claro.
         


   

















E aí Gostaram da minha WishList de aniver? Alguém também quer alguma coisa do que eu quero?

Beijos e até o post de domingo!

;*

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De Repente 30

Mas o que?

15:25:00 Fernanda Gumz 0 Comments


A euforia passou, estou mais tranquila, ver o Rod qse sempre me acalma, ele sabe como. Tive uma crise durante essa semana, foi horrível, revi alguns conceitos na minha vida, repensei, não quero ser assim, essa não sou eu. Uma pessoa sem sorrisos, amargurada, que vive reclamando da vida. Eu reclamo aqui, de monte, mas é como uma válvula de escape sabe? Me ajuda. Não sou do tipo que sai falando da minha vida para as pessoas, acho meio chato, nem todo mundo quer saber, ou vai me ajudar de verdade, então eu me poupo e poupo os outros dessa parte. Aí eu venho aqui, quem quer ler lê, quem não, não é obrigado, quem quer ajudara ajuda, quem não, não fala nada, quem se identifica ok, quem não que bom porque não estou nos meus melhores momentos. Como eu disse, essa semana fiz e falei coisas para pessoas que eu amo que eu não faria e nem falaria no meu estado normal... O que fazer? Ainda não sei, estou refletindo, preciso mudar minha vida, só que precisa começar por mim, mas eu não sei onde é o começo. Como faz nesse caso?
A pós esse fim de semana foi bem legal, já estou começando a aprender alguns conceitos, identificar casos etc. Acho que vai ser bem produtivo, estou motivada e empolgada com o que vem pela frente. Uma pós é bem mais tranquila, são módulos, então você aprende uma coisa por vez, e não várias matérias ao mesmo tempo. É de certa forma mais tranquilo também porque os professores sabem que os alunos são adultos, tem outros compromissos como trabalho, casa, filhos etc, então eles não sobrecarregam tanto. Vamos ver como serão os próximos módulos.
Tenho vontade de fazer um curso de hipnose, e essa vontade vem de tempo, desde que fazia a faculdade, mas não era tão forte naquela época, voltei dos EUA e fiquei com mais vontade, hoje estou com muuuuuuita vontade (rs), vai me acrescentar muito. São resultados obtidos de maneira mais rápida, então eu quero muito, vamos ver se eu venho aqui um dia e conto que eu comecei o curso #vamostorcer. 
Por hoje é isso, hoje é dia das mães, e está saindo só três semanas depois porque tinha outros posts na frente, seu eu postasse antes ia ficar tudo confuso... haha então desconsiderem... Estou postando não conforme acontece, mas conforme vai abrindo espaço para os posts. De qualquer forma tem uma linha, uma história então não perde o sentido...
Preciso ir porque vamos sair para um almoço em família... #DiadaMães

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De Repente 30

Parece que estou em um consultório de oftalmologia

09:27:00 Fernanda Gumz 0 Comments

Sabe quando temos problemas de visão e então vamos ao oftalmologista, ou para consultar por rotina ou para ver se precisamos óculos? Então, em um momento quando ele vê que precisamos realmente usar os ditos cujos par de óculos eles usam uma maquina e ficam perguntando: "Esse ou esse?", "Aquele ou este?", "Esta opção ou a anterior?" E aí temos que dizer qual a melhor opção. Pois bem, é assim que eu me sinto agora...



Então, eu tenho duas ideias do que fazer da minha vida. Uma delas é abrir meu próprio negócio, investir mesmo e me jogar de cabeça, para isso precisaria de um investidor é claro, não dá para começar nada sem "bufunfa"... A segunda é um novo intercâmbio, vazar do Brasil de novo, passar mais um tempo fora, dessa vez um tempo mais longo do que antes e deixar tudo pra trás, (de novo) só que dessa vez seria mais difícil, porque não iria ser Au Pair de novo, ia para dar a cara a tapa mesmo, trabalhar hard e pagar minhas contas sozinha, estudar também é claro, além de ir para um país mais longe do que os EUA. As duas coisas terão perdas e ganhos, e aí que entra o conflito. Qual escolher?

Opção 1:
Bom se eu abrir meu próprio negócio teria que gastar uma grana bem alta nisso, faria do meu jeito, se não for para ser do meu jeito nem quero começar, porque precisa ser como eu quero e só assim dará certo, porque terá a minha cara, meu jeito, meus valores etc. Aí já entra um conflito, din din da onde? Depois, com a crise que estamos ficaria mais difícil, mas não impossível, porque eu confio no meu taco... Abriria aqui na minha cidade mesmo, tenho suporte familiar aqui, porém já me prenderia a uma cidade só, me mudar? nem pensar! E isso me aflige de alguma forma, porque não sei se quero ficar aqui, na verdade não sei onde quero morar, ou fazer a minha vida aqui. Eu gosto da cidade, então porque não? Porque penso no Rod, depois que ele formar, falta "só" um ano e meio, então não valeria a pena investir e ter que sair da cidade depois disso. Mais uma vez colocando os outros a frente de mim, espero mudar isso logo. Vamos Fernanda pensa em você! Um investimento a longo prazo, me daria estabilidade depois de certo tempo. Continuaria minha pós, me especializaria cada vez mais na minha profissão, faria mais e mais cursos, faria vídeos falando da minha experiência etc... Mas como já disse, algo a longo prazo, provavelmente não conquistaria tudo em um piscar de olhos, por isso que se eu investir nisso tenho que ficar na cidade para fazer valer a pena o dinheiro gasto em cima de tudo isso. Ah e sempre tem uma chance de acabar não dando certo... 

Opção 2:
Viagem, mas de novo? Intercâmbio de novo? Deixar minha família de novo? Em troca de que?
Pois vamos lá. Mais um intercâmbio me traria mais experiência (porque sempre trás). Sairia do Brasil agora, investiria em estudos novamente, só que dessa vez também sairia bem mais caro que o Au Pair, pelo menos 3x mais somando o valor todo gasto com o programa de Au Pair. Não terei a vida boa que tenho aqui, mas isso não faz mal, muito pelo contrário me faz crescer. Deixaria o Rod, consequentemente ficaria solteira, não sei se estou afim de largar um namoro de 4 anos por algo que eu não tenho certeza se vai me render frutos e quando digo isso é se vai me trazer um futuro melhor do que se eu ficar. Não sei também se ficaria para sempre no país de destino, ou ficaria dois anos e voltaria, outra pergunta que não quer calar. Ficar para sempre também me assusta, não quero deixar minha família, (me julguem) mas para mim, apesar de todos os perrengues, minha família é muito importante e penso muito neles quando penso no meu futuro, casando, tendo filhos, aniversários etc, viver a vida toda longe deles nesses momentos seria muito difícil para mim. E o país que eu penso em ir é muito longe daqui, não sei se eu teria como ficar vindo visitar eles de tempo em tempos. Minha mãe não entra em avião, piorou! Tenho muita vontade de conhecer esse país, muita mesmo, é um grande sonho meu, mas como eu disse para ir para lá gastaria uma boa grana, e ficar lá só seis meses que fosse não valeria a pena, no mínimo 2 anos e voltando com pelo menos o que eu gastei para ir de dinheiro mais estudos na bagagem e muito conhecimento. Tipo voltar para arrasar mesmo (rs). A dúvida é: seria isso possível. Sempre é né?! Além disso, faria muitos vídeos sobre minha nova vida, coisa que eu também amo, fazer vídeo e escrever no blog. Seria um investimento, quem sabe tornaria minha profissão não é mesmo? Tá aí mais uma possibilidade. 

Vocês perceberam o quanto de conflito eu coloco nos meus objetivos? Por isso que eu não saio do lugar, não façam isso com vocês, acho que não é bom pra gente... De qualquer forma eu vou escrevendo, vou pensando, e revendo, uma hora eu me decido, não é possível ficar nessa indecisão a vida toda. Lá vou eu me despedir, por hoje é só. 

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De Repente 30

Dúvidas

07:38:00 Fernanda Gumz 0 Comments



Depois de um tempo eu aceitei mais a demissão, revi minhas amigas do ex trabalho, que amo por sinal, sempre me dão apoio e estão do meu lado. 
Mas os problemas, ah esses não me abandonaram, na verdade não chamarei de problemas mas de indecisões, gente que eu não entendo como eu posso ser uma pessoa tão indecisa na vida, eu fico me perguntando o que será do meu futuro se eu escolher fazer isso ou aquilo. Pra quê? Alguém me responde... Eu tenho muitas ideias na cabeça, muitas vontades, mas com essa indecisão toda acabo adiando tudo e não fazendo nada. Dou um passo ou dois para frente, mas depois eu fico parada, esperando algo acontecer, como se fosse uma resposta para todas as minhas perguntas, as quais me dirão qual caminho seguir. 

As vezes eu me desespero porque acho que essa resposta não chegará nunca. Mas e se? E se? E se? Por que esses e Se's me incomodam tanto? Porque eu fico colocando tanto "e seS"? por que eu simplesmente não decido e vou atrás do que eu quero e pronto? Seria isso coisa da idade? Quero dizer, quando somos mais novos não pensamos muito, com 25 anos acho que já sabemos que não dá para simplesmente ir e pronto, sem pensar no que vem depois. Se bem que eu acho que sempre foi assim, e isso está mais para algo da personalidade do que da idade. Concordam?
Rod disse que essa minha vontade de viajar e ir embora é para fugir dos meus "problemas", sei lá, tudo o que está acontecendo e quando digo tudo me refiro a: "Não ter um emprego, não ter dinheiro, não ter minha própria casa, não ser uma mulher bem sucedida, não, não, não, e mais um monte de nãos..." Porque sim, eu achava que com quase 30 26, eu seria/teria tudo isso, sou formada. Depois que nos formamos conquistar tudo isso não fica fácil? Pelo visto não. Sabe o que piora? Ver "inúmeros" jovens da minha idade, alguns até mais novos, tento tudo isso que eu sonhava ter com essa idade que eu não tenho. As vezes até me motiva, porque eu penso que se eles podem eu também posso. Mas na maior parte das vezes me põe para baixo, porque eu vejo que eu não conquistei tudo isso ainda. E nem tenho previsão. Aff... 
Mas voltando ao fato de viagem ser uma fuga, acho que não sabe, penso que seria uma solução momentânea, aí nessa hora cai a ficha... É uma solução momentânea que quero? Talvez seja uma fuga mesmo...
Alguém na minha idade passando por isso? A vezes chego até pensar que escolhi e profissão errada, que deveria ter feito algo que desse mais retorno (se é que me entendem). Pensei em fazer outra faculdade (nessa hora meu pai me mata). Mas de verdade que eu amo tanto essa profissão, "lidar" com o ser humano é tão maravilhoso e desafiador. Desafios me motivam, eu amo vencer um desafio. 
Empreender é um sonho na minha vida que eu quero muito realizar, mas não demora muito tá, actually isso só depende de mim. Meu problema é pensar nos outros, e fazer minha felicidade depender dos outros, preciso aprender a me completar sozinha, sem pensar em quer estará do meu lado que eu chegar "lá". Independente de quem seja, eu tenho que estar feliz, porque será minha conquista, meu sonho realizando. "Ai Fernanda seu egocentrismo está indo longe hoje hein?" Bom apesar dele espero que quem lê esteja me entendendo, porque estou indo da água para o vinho nos assuntos aqui. Enfim sigo meu coração, sigam ele vocês também. 
Até o próximo capítulo. 

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De Repente 30

Na verdade 26.

06:52:00 Fernanda Gumz 1 Comments


Começa aqui uma série de capítulos sobre meus quase 30. Uma longa caminhada pela frente, porque "ainda" ou não faltam 4 anos até chegar lá. Considerando que ainda não cheguei na idade propriamente dita e já estou em uma crise existencial danada, resolvi colocar tudo para "fora" ou melhor escrever tudo o que eu estou passando/sentindo no meu blog, que acabou caindo em desuso haha quase se tornou obsoleto na minha vidinha humilde, desde que parei de escrever depois do meu intercâmbio. (Se quiser saber mais sobre esse intercâmbio clique na tag Au Pair ali do ladinho que você será direcionada(o)).
Voltando ...
Mas para começar a história e colocar todo mundo a par vamos começar tudo do começo. 
Pois bem, ano passado voltei de viagem, um intercâmbio incrível e que, com certeza, ficará eternamente em minha memória e em meu coração. 
Voltei por vários motivo e falei deles nesse vídeo aqui, o último que gravei na terrinha do tio Sam
Seriam eles o fato de eu ter um emprego garantindo no Brasil, com carteira assinada e um salário que, diga-se de passagem, era bom inicialmente, um trabalho que me traria e trouxe uma experiência enriquecedora na minha carreira profissional. O segundo motivo seria meu namorado, que vivi o intercâmbio inteiro, ou quase inteiro, namorando à distância e não queria mais aquilo para mim, depois vinha a minha família, a qual eu sentia muita falta, mas essa falta eu poderia matar com uma visita ao Brasil sem que eu precisasse deixar de ser Au Pair para isso. Meu inglês não melhoraria muita mais além do que havia conquistado, para isso deveria mudar de área, de rumos, de tudo, achar um outro ambiente de trabalho para acrescentar meu vocabulário.
Foi aí que decidi, voltarei ao Brasil.
Com um emprego a minha espera, e bota espera nisso, decidi passar um mês na Europa em junho, também tenho tudo registrado, basta clicar em viagens na TAG ao lado direito. Conheci lugares lindos e lugares que estavam em sonhos a se realizar já havia algum tempo, lugares que eu sei que muita gente com a minha idade(23) não teria oportunidade de conhecer e sou muito grata por isso, tudo isso, mais uma vez, ao lado do Rod (vocês provavelmente irão ouvir falar muito dele por aqui então já vão se acostumando) meu namorado. Ele foi ótimo me recebendo na Hungria e tudo o que fez por mim durante esse mês, de verdade.
Quando retornei começaria no meu novo emprego. Mistura de medo, com nervosismo e ansiedade resumem. Nunca tinha tido experiência então era bem diferente para mim. O Serviço de Acolhimento Institucional, recebe crianças de 0 a 18 anos que tiveram seus direitos violados, com o Intuito de protege-las, ou seja, estas estão sob guarda judicial. E eu? Ah, eu seria a psicóloga da Instituição ué!? Repara só na responsa, relatórios, trabalhos em grupo, reuniões e muitos coraçõezinhos para cuidar, dar muito amor e limites também quando fosse necessário. Eu estava muito bem, a adaptação não foi fácil, e eu já sabia que não seria, um mês ou dois, as crianças já gostavam de mim e eu também já tinha meus apegos, não poderia, mas não há como evitar quando "trabalhamos" com seres humanos.
Sete meses depois, fui demitida, 29fev2016. Um baque. Uma punhalada pelas costas. Fiquei surpresa, confesso. Sabia que não era por não estar fazendo meu trabalho direito, porque eu estava, e também em nenhum momento recebi advertência alguma, foi realmente uma surpresa, não somente para mim, mas para as crianças também, que ficaram arrasadas, modéstia a parte.
O que eu senti? Sei lá. Um hora feliz, porque fiz planos, pensei: "deve ser porque outras oportunidades surgirão". Fiquei triste, porque tinha sonhos, fazia planejamentos com o cargo. E aí assim, do nada, num dia você vai trabalhar, no outro você não precisa voltar mais. É estranho. Mas como disse, estava esperançoso com os novos caminhos que viriam. Recisão e todos os tramites de demissões, pensei, "o que eu vou fazer agora?" A resposta foi rápida, "faz uma viagem!" Mas depois caí na real que seria loucura. Já passei da idade de agir por impulso, resolvi guardar e gastar quando precisasse, com as coisas que realmente fossem importantes naquele momento.
Eu já tinha feito a minha matrícula para minha pós graduação, a qual pagarei com o dinheiro da recisão, que sim, vai acabar um dia, mas espero conseguir um emprego antes disso. A pós já começou, a primeira parcela já foi, e tem mais 23 pela frente (não sei se rio ou se choro). Faço aulas de técnica vocal e piano e disso eu não abro mão por nada. Tentei dar aulas particulares de Inglês, e no começo até tinha alguns alunos mas depois, o povo foi desistindo, essa crise que o Brasil está passando não está nada fácil. Aliás, mais um motivo para escrever, porque em outros tempos pagaria uma psicóloga para me ajudar (e sempre ajuda) mas to desempregada e sobrevivendo com a recisão. Tá fácil para ninguém.
Não preciso dizer mais nada.
O que vem depois? Só Deus sabe... Veremos no próximo capítulo.

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Au Pair,

TAG: Mãe de Au Pair

16:29:00 Fernanda Gumz 0 Comments

Hey Gummies *-*
Tudo bem com vocês? Estavam com saudades de me ver por aqui?
Eu não passo mais no meu blog já tem um tempo, mas vim contar para vocês que eu criei uma TAG!
o//
Eu estou super feliz com a minha ideia e acho que ela pode ajudar muitas mamães por esse Brasil a fora, e ajudar as/os Au Pairs também claro.
Convidei a minha mãe, e a mãe de outras Au Pairs Youtbers para responder a essa TAG e ajudar muitas outras mães e outras Au Pairs que querem, de alguma forma, se sentir mais seguras(os) com a ideia da filha ou do filho passar pelo menos um ano fora do país e, que diga-se de passagem, é beeem longe de casa. 
Minha mãe super topou a ideia e veio aqui no meu canal para responder a TAG para vocês, mamães aflitas ou não, para ajudar e compartilhar um pouquinho como ela se sentiu quando soube que eu iria para os EUA ser Au Pair (babá) porque era assim que ela me via "ah vai sair do Brasil para ser babá filha?" hahahh confere aí o vídeo!




Se você gostou dessa TAG peça para sua mãe responder também, lembrando que, apesar do nome da TAG ser mãe de au pair, é claro que não precisa ser necessariamente sua mãe para responder, pode ser tia, vó, madrinha, pai (porque existem muitos pais que são como mães sim!) ou até mesmo alguém que você considera sua mãe e que passou por essa fase de estar ao seu lado realizando seu sonho de morar fora do Brasil. Só peço que se for responder, não esqueça de me dar os créditos pois sou a criadora da TAG. Me mande seu vídeo depois de respondido, vou adorar colocar ele no meu blog também, para que quem acessar meu vídeo possa ver o seu também ;)
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TAG: Mãe de Au Pair
1. Quando ouviu a sua filha falar do Au Pair você precisou que ela te explicasse ou você já conhecia o programa?

2. Qual foi a primeira coisa que passou na sua cabeça com a possibilidade da sua filha ir para os EUA morar lá pelo menos um ano?


3. Você tentou convencer sua filha de não ir ou incentivou ela?


4. Sentiu medo em algum momento? se sim qual ou quais?


5. Você procurou ir além do que sua filha falou ou do que você já sabia e pesquisar mais sobre o programa para conferir se era seguro mesmo?


6. Você ajudou sua filha a escolher a agência ou deixou por conta dela?


7. Como foi na hora da despedida?


8. O que você acha ou achava do fato da sua filha ter/estar cuidado de crianças e morado com uma família norte americana?


9. Sua filha já voltou dos EUA ou continua nos EUA? independente dela estar ou não nos EUA, como você se sente hoje com relação a sua filha ser ou ter sido Au Pair?


10. Deixe um recado para as mães das futuras Au Pairs, um recado ou um conselho que você gostaria de ter recebido quando sua filha estava indo.

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CONFIRA O VÍDEO DE QUEM TAMBÉM RESPONDEU!

Aimêe Andrade


Flávia Zayas

♡ Pâmella Ferrari do canal Let's go Au Pair

Tais Myan

Bejü!

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